Brasil e Argentina fazem esta terça-feira a primeira meia-final da Copa América, que é realizada em solo brasileiro. A seleção de Tite apresenta o melhor ataque e a melhor defesa da prova, mas os argentinos têm… Messi.

Muitos sonhavam com a final entre Brasil e Argentina no Estádio do Maracanã. No entanto, os argentinos falharam na fase de grupos ao terminarem em segundo lugar e portanto o Superclássico será disputado no Estádio do Mineirão, palco da pior derrota da história do Brasil, o 1-7 diante da Alemanha, para o Mundial 2014.

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E, para não voltar a “chorar” em casa, o Brasil de Gabriel Jesus terá de superar o seu principal rival, num encontro que já soma com 106 capítulos, com o primeiro a ser jogado em 1914, com o triunfo dos albicelestes por claros 3-0. Desde então, e ao longo de mais de um século, a rivalidade escreveu-se dentro do campo nas mais diversas competições.

Um dado a reter neste novo duelo é que a Argentina não derrota o Brasil num jogo oficial desde junho de 2005. São 5 partidas, com dois empates e três vitórias dos brasileiros, que ainda têm outro dado a ter em conta: as duas últimas conquistas na Copa América da seleção canarinha, em 2006 e 2007, foram precisamente contra a Argentina…

Os números do Superclássico Brasil-Argentina
Os números do Superclássico Brasil-Argentina

Brasil com o melhor atraque e a melhor defesa mas Argentina vem de duas vitórias

Na atual Copa América, o Brasil apresenta o melhor ataque da prova, com oito golos, e a melhor defesa, com nenhum tento sofrido. Já a Argentina soma cinco golos marcados e três sofridos.

Mas a verdade é que os argentinos parecem ter reencontrado o caminho do triunfo, pois, nas duas últimas partidas, venceram por 2-0, enquanto os brasileiros, apesar de terem goleado o Perú por 5-0 (peruanos que vão defrontar o bicampeão Chile na outra meia-final), decepcionaram e não foram além do empate a zero com o Paraguai, alcançando a qualificação por 4-3 nas grandes penalidades.

Os números de Brasil e Argentina na Copa América
Os números de Brasil e Argentina na Copa América

Ao contrário do esperado, quem tem brilhado na Argentina não é Messi, mas Lautaro Martínez, com dois golos e com uma proposta de 112 milhões para ir para o Barcelona, embora o Inter não o pretenda vender. O avançado mostra uma infinidade de recursos técnicos, como mostrou no encontro com a Venezuela, nos quartos-de-final da Copa América.

Mas a verdade é que Messi é Messi e portanto não se pode ignorar o ídolo dos argentinos, como bem definiu o defesa brasileiro Thiago Silva:

«Todas as vezes que o defrontamos, seja na seleção ou na Champions, é sempre muito difícil. Messi é um jogador que, por mais que você o estude, nunca vais entender a qualidade que tem e a diferença que pode fazer. Você imagina uma coisa e ele tira outra da cartola, esse é o diferencial dele.»

De salientar que, contra o Brasil, Messi tem novo jogos, com três vitórias, um empate e cinco derrotas.

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